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title: "Prós e contras de cada método de pagamento para educação internacional na Austrália"
description: "Vamos destrinchar juntos cada método de pagamento para educação internacional na Austrália e explorar os prós e contras de cada um — para você tomar decisões com confiança, seja do lado da escola ou enviando alunos do Brasil."
date: "2025-01-19"
updated: "2026-06-05"
category: "Eficiência operacional"
keywords: "Eficiência operacional, PayID, PayTo, BECS Direct Debit, Direct debit"
author: "Raphael Arias"
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# Prós e contras de cada método de pagamento para educação internacional na Austrália

> Vamos destrinchar juntos cada método de pagamento para educação internacional na Austrália e explorar os prós e contras de cada um — para você tomar decisões com confiança, seja do lado da escola ou enviando alunos do Brasil.

Na Austrália, nenhum método único vence para pagamentos de educação internacional. Transferências por BSB são universais, mas levam de 1 a 2 dias úteis; o PayID é quase instantâneo e mais difícil de digitar errado; o PayTo oferece débito automático em tempo real, controlado pelo cliente; cartões de crédito são práticos, porém caros; o BECS serve bem para parcelas recorrentes, mas liquida devagar e é fácil de contestar. E, para quem paga do Brasil, há uma camada a mais: câmbio, spread e IOF de 3,5%. Combine o método ao seu volume, à velocidade e às suas necessidades de conciliação — e, quando o pagador estiver no Brasil, à forma de financiar a mensalidade em reais.

Quando o assunto é gerenciar pagamentos na Austrália — seja você administrador de escola, agente de intercâmbio ou responsável financeiro de uma universidade —, as opções podem parecer esmagadoras. De métodos tradicionais como transferência bancária a inovações mais recentes como PayID e PayTo, o cenário está sempre evoluindo — parte de uma [mudança global rumo a pagamentos instantâneos e ricos em dados](/blog/pix-viban-payid-how-these-technologies-are-revolutionizing-education-payments.md). Cada método tem suas forças e suas manias, então entender o que funciona melhor para a sua necessidade faz toda a diferença. Vamos destrinchar isso juntos e explorar os prós e contras de cada método de pagamento, para você decidir com confiança.

# BSB e número de conta: a dupla clássica

Vamos começar pelo campeão da velha guarda: o BSB (Bank State Branch) e o número de conta. Se você já está na Austrália há tempo suficiente, sabe que essa dupla é o feijão com arroz das transferências bancárias.

## Prós

- **Amplamente aceito:** toda conta bancária australiana tem um BSB e um número de conta. Sem complicação.
- **Sem taxas extras:** depois que o pagamento compensa, você não fica quebrando a cabeça com cobranças escondidas.
- **Seguro:** os pagamentos são processados diretamente entre contas, reduzindo riscos de terceiros.

## Contras

- **Processamento lento:** os pagamentos podem levar de 1 a 2 dias úteis para compensar, o que não é ideal quando o prazo está apertado.
- **Risco de erro humano:** um dígito errado e pronto — seu pagamento some no limbo (ou cai no bolso de outra pessoa).

# BSB e número de conta exclusivos: personalizados, mas práticos

E se a gente turbinar o clássico? Um BSB e um número de conta exclusivos dão um toque personalizado para negócios que lidam com grandes volumes de transações.

## Prós

- **Simplifica a conciliação:** cada cliente ou parceiro ganha seu próprio identificador, deixando o rastreamento muito mais fácil.
- **Imagem profissional:** oferece uma experiência sob medida que grita "somos sérios".

## Contras

- **Custos de implantação:** colocar isso de pé exige coordenação com o banco, e não sai de graça.
- **Trabalho de manutenção:** se o seu sistema não for à prova de falhas, os erros podem se multiplicar rápido.

# PayID: o novato da turma

O PayID é como aquele primo tecnológico e descolado, ótimo em simplificar as coisas. Ele vincula a sua conta a um e-mail, número de telefone ou ABN, tornando os pagamentos rápidos e fáceis.

## Prós

- **Pagamentos instantâneos:** nada de esperar; as transferências são quase instantâneas.
- **Fácil de usar:** esqueça os BSBs longos — basta digitar um número de telefone ou e-mail e está pronto.
- **Menor risco de erro:** é mais difícil errar um e-mail do que um número de conta de 9 dígitos.

## Contras

- **Adoção limitada:** nem todo mundo aderiu ainda, então nem sempre é uma opção.
- **Questões de privacidade:** vincular a conta a dados pessoais pode deixar algumas pessoas desconfortáveis.

# Cartões de crédito: a praticidade tem seu preço

Os cartões de crédito são a escolha de muita gente, oferecendo uma praticidade incomparável — mas com etiqueta de preço.

## Prós

- **Amplamente aceitos:** da mensalidade ao cafezinho no campus, cartões de crédito estão em todo lugar.
- **Pontos e benefícios:** quem não gosta de acumular pontos?
- **Pagamentos rápidos:** as transações são processadas em segundos.

## Contras

- **Taxas altas:** o estabelecimento paga pela praticidade — e às vezes repassa esse custo para você.
- **Riscos de fraude:** os dados do cartão podem ser comprometidos, e as contestações podem virar uma dor de cabeça.
- **Risco de endividamento para o aluno:** não exatamente um ponto positivo para universidades que querem incentivar responsabilidade financeira.

# PayTo: o futuro do débito automático?

O PayTo é a alternativa nova e reluzente aos débitos automáticos tradicionais, permitindo que empresas iniciem pagamentos com a aprovação do cliente.

## Prós

- **Pagamentos em tempo real:** os valores são debitados na hora, então acabou aquela correria atrás de pagamentos atrasados.
- **Controle do cliente:** o cliente pode aprovar, pausar ou cancelar pagamentos com facilidade.
- **Mais transparência:** os acordos de pagamento ficam armazenados de forma centralizada, reduzindo contestações.

## Contras

- **Exige configuração:** tanto bancos quanto empresas precisam integrar o PayTo, e isso não é instantâneo.
- **Ainda em evolução:** nem todos os bancos e empresas aderiram.

# Débito automático BECS: confiável, mas datado

O débito automático BECS (Bulk Electronic Clearing System) há tempos é o queridinho para pagamentos recorrentes, mas será que ainda se sustenta?

## Prós

- **Perfeito para pagamentos recorrentes:** ótimo para mensalidades ou parcelas regulares.
- **Praticidade automatizada:** configure e esqueça.

## Contras

- **Processamento lento:** os valores podem levar dias para compensar.
- **Risco de contestação:** os estornos são mais fáceis para o cliente, deixando as empresas vulneráveis.
- **Menos transparência:** o cliente pode sentir que falta visibilidade sobre os pagamentos.

**O BECS vai acabar? (atualização de 2026)** Você pode ter ouvido que o BECS seria aposentado até 2030. Essa meta foi **retirada pela AusPayNet em 16 de dezembro de 2025**, então no momento não há data final definida e o BECS segue em pleno uso. A direção de longo prazo ainda é a migração para o NPP e o PayTo, mas o PayTo ainda não cobre todos os cenários de cobrança recorrente, com as melhorias necessárias previstas para o ciclo de lançamento do NPP no fim de 2026. A gente aprofunda o que isso significa na nossa [edição australiana sobre débito automático: BECS vs PayTo](/blog/student-payments-direct-debit-good-bad-ugly-australia.md).

# Dinheiro: o dinossauro dos métodos de pagamento

Apesar da popularidade em queda, o dinheiro em espécie ainda tem seu papel nos pagamentos de educação — embora talvez mais por nostalgia do que por praticidade.

## Prós

- **Liquidação imediata:** sem espera; entregou o dinheiro, é seu.
- **Sem taxas:** nada de taxas do estabelecimento ou de transação.

## Contras

- **Riscos de segurança:** lidar com grandes quantias em espécie pode ser perigoso.
- **Trabalho administrativo:** contar, registrar e guardar manualmente? Não, obrigado.
- **Uso limitado:** no mundo digital de hoje, o dinheiro está ficando obsoleto.

# Pagamento líquido de agentes: feito sob medida para educação

O pagamento líquido — em que o agente desconta a comissão e repassa o restante — é um arranjo comum no setor de educação.

## Prós

- **Simplifica a contabilidade:** um pagamento, menos dor de cabeça.
- **Específico do setor:** pensado para as particularidades dos pagamentos de educação.
- **Constrói confiança:** mostra ao agente que você valoriza a parceria.

## Contras

- **Desafios de transparência:** é fundamental garantir que o agente apresente um detalhamento claro.
- **Esforço de conciliação:** você vai precisar de sistemas robustos para rastrear essas transações.

# Apple Pay e Google Pay: as carteiras digitais em ação

Carteiras digitais como Apple Pay e Google Pay estão cada vez mais populares, oferecendo a praticidade do toque e pronto.

## Prós

- **Velocidade e simplicidade:** as transações levam segundos — é só aproximar.
- **Mais segurança:** a tokenização garante que os dados sensíveis do cartão nunca sejam compartilhados.
- **Adoção ampla:** suporte crescente entre lojas e instituições.

## Contras

- **Dependência do aparelho:** sem celular ou com a bateria zerada? Sem pagamento.
- **Limites de transação:** alguns estabelecimentos impõem limites para pagamentos por aproximação.
- **Exige configuração:** o usuário precisa vincular as contas e aprender a usar.

# Pagar do Brasil para uma escola australiana: câmbio, IOF e spread

Tudo o que vimos até aqui assume que o pagador já está dentro do sistema bancário australiano. Mas, se você é agente no Brasil ou um aluno se preparando para estudar na Austrália, a pergunta prática é outra: dos métodos acima, **quais um brasileiro realmente consegue usar para pagar uma escola australiana — e a que custo?**

A resposta honesta é que a maioria deles não está ao seu alcance enquanto você está no Brasil. PayID, PayTo e BECS dependem de uma conta bancária australiana e de um BSB — algo que o aluno só costuma ter depois de já estar morando lá. Antes do embarque, sobram basicamente duas rotas: a transferência internacional (o "wire") e o cartão de crédito internacional. E é aí que entram os custos que não aparecem no valor da mensalidade.

## O custo escondido: IOF de 3,5% + spread

Sempre que um brasileiro paga uma mensalidade em moeda estrangeira — por transferência internacional ou no cartão —, há duas mordidas. A primeira é o **IOF**, que em meados de 2025 está em **3,5%** sobre operações de câmbio e gastos internacionais no cartão para pessoas físicas. A segunda é o **spread cambial**: a diferença entre a cotação "de tela" do dólar australiano e a cotação que o banco ou a corretora efetivamente te cobra. Some os dois e uma mensalidade de, digamos, AUD 8.000 pode sair bem mais cara do que a conversão simples sugeriria — antes mesmo de eventuais tarifas fixas de transferência e taxas do banco intermediário (aqueles "lifting fees" que somem no meio do caminho).

## Pagar em reais e deixar a escola receber em AUD

É exatamente essa fricção que a Qualy resolve. Em vez de o aluno enviar uma transferência internacional cara, ele paga **em reais, no Brasil**, pelos meios que já conhece — Pix, boleto ou **parcelado no cartão** — enquanto a escola australiana recebe no seu próprio fluxo, na moeda dela. O câmbio acontece de forma transparente, e o aluno enxerga em reais exatamente quanto vai custar, sem a surpresa do IOF aparecendo depois na fatura.

Para o aluno, isso significa pagar como brasileiro: Pix instantâneo para a entrada, boleto para quem prefere fugir do cartão, ou parcelamento no cartão para diluir o valor em várias faturas. Para o agente, significa menos comprovante de transferência internacional perdido, menos "o dinheiro saiu mas a escola não recebeu" e uma conciliação que bate sozinha.

## Parcelas que cruzam a data de embarque

Tem ainda um detalhe muito brasileiro: o calendário de pagamento quase sempre cruza a data da viagem. As parcelas pagas **antes do embarque** acontecem com o aluno ainda no Brasil — em reais, pelos meios locais. As que vencem **depois que ele já está na Austrália** o encontram em outro fuso, muitas vezes já pensando em dólares australianos e, talvez, já com uma conta local e PayID na mão. E não é raro que pessoas diferentes cubram parcelas diferentes — o pai paga a entrada, o aluno assume o resto. Um bom arranjo de pagamento dá conta de tudo isso: parcelas agendadas ao redor de marcos reais, cada pagador no seu vencimento e cada lembrete no idioma certo. Falamos mais sobre [os custos escondidos dos pagamentos internacionais em educação](/blog/hidden-costs-international-payments-education.md) em um guia à parte.

# Você deve disponibilizar todos os métodos ou só alguns?

Aqui está a pergunta de um milhão de dólares: você atende a todos os métodos de pagamento ou foca em alguns poucos?

Oferecer uma variedade de opções garante que você atenda às preferências de diferentes públicos — alunos, agentes e instituições. Mas há alguns trade-offs:

## Contras de oferecer todos os métodos de pagamento

- **Conciliação complexa:** gerenciar pagamentos de vários métodos pode transformar a sua contabilidade num quebra-cabeça.
- **Dados inconsistentes:** sem descritores ou identificadores padronizados, rastrear pagamentos vira um desafio.
- **Possível aumento dos custos de manutenção:** cada método exige sua própria configuração, monitoramento e suporte. Com a Qualy, não — a gente deixa tudo fluido para você.

## Como a Qualy ajuda

A Qualy simplifica a gestão de pagamentos, garantindo eficiência independentemente do método.

- **Disponibilidade imediata dos valores:** com a Qualy, você recebe o dinheiro o quanto antes, mantendo o fluxo de caixa estável.
- **Descritores bancários claros:** o seu extrato exibe o número e/ou o nome do aluno, simplificando a conciliação.
- **Atualização contábil automática:** a integração com softwares como Xero ou QuickBooks mantém os livros atualizados sem digitação manual.
- **Métodos de pagamento turn-key:** a Qualy oferece uma variedade de métodos, de transferências por BSB a PayID, para você escolher o que funciona melhor para a sua instituição — e, para o público brasileiro, Pix, boleto e parcelamento no cartão em reais.

O ponto de equilíbrio? Comece pelos métodos mais usados — como transferências por BSB, cartões de crédito e PayID — e expanda aos poucos conforme o retorno. Analise sua base de usuários: eles são tecnológicos? Preferem métodos bancários tradicionais? Deixe os dados guiarem suas decisões. No fim das contas, a melhor solução de pagamento não é oferecer tudo — é oferecer o que funciona melhor para a sua comunidade.

# Então, qual método vence?

Não existe resposta única que sirva para todos. Para escolas ou universidades que processam milhares de pagamentos, a automação via PayTo ou débito automático BECS pode economizar tempo e dinheiro. Já os agentes de intercâmbio podem preferir o pagamento líquido pela simplicidade. E se o seu foco é velocidade? O PayID pode ser seu melhor amigo. Agora, se o pagador está no Brasil, a conta muda: pagar em reais via Pix, boleto ou parcelado — deixando a escola receber em AUD — costuma sair mais barato e mais simples do que uma transferência internacional somada a IOF e spread.

Cada método tem seu lugar, mas o truque é escolher o que funciona para a sua necessidade específica. Afinal, o método de pagamento certo não é só sobre dinheiro — é sobre relacionamentos, eficiência e confiança. Então, por que se contentar com menos?

## Perguntas frequentes

### O que é um BSB e número de conta na Austrália?

O BSB (Bank State Branch) e o número de conta são os dados padrão que identificam uma conta bancária australiana para uma transferência. Toda conta australiana tem os dois, então transferências por BSB são universais e, depois de compensadas, não têm taxas extras. As desvantagens são velocidade e precisão: os pagamentos costumam levar de um a dois dias úteis para compensar, e um único dígito digitado errado pode mandar o dinheiro para a conta errada.

### O que é um BSB e número de conta exclusivos?

Um BSB e número de conta exclusivos (ou virtuais) atribuem a cada aluno ou parceiro o seu próprio identificador, em vez de uma conta compartilhada. Os pagamentos recebidos então se associam automaticamente à pessoa certa, o que simplifica a conciliação e passa uma imagem mais profissional e personalizada. Os poréns são o custo de implantação, já que exige coordenação com o banco e não sai de graça, e a necessidade de sistemas organizados, ou os erros se multiplicam.

### Qual a diferença entre PayID, PayTo e BECS na Austrália?

O PayID vincula uma conta bancária a um e-mail, número de telefone ou ABN para transferências quase instantâneas e mostra o nome do recebedor antes do envio. O PayTo é um débito automático moderno e em tempo real que o cliente autoriza, pausa ou cancela pelo app do banco. O BECS é o sistema mais antigo de débito automático em lote, confiável para mensalidades recorrentes, mas mais lento para liquidar e mais fácil de o pagador contestar.

### PayID vs transferência por BSB — qual é melhor para mensalidade?

O PayID é mais rápido e mais difícil de digitar errado; a transferência simples por BSB é mais universalmente disponível. O PayID se vincula a um e-mail ou telefone, liquida quase na hora e mostra o nome do recebedor antes do envio, o que reduz erros, mas nem todo mundo aderiu ainda. As transferências por BSB e número de conta funcionam para qualquer conta australiana, mas levam de um a dois dias úteis e correm o risco de um dígito errado. Muitas instituições oferecem os dois.

### Qual método de pagamento é o mais rápido para mensalidade na Austrália?

O PayID costuma ser o mais rápido, com transferências quase instantâneas, e cartões de crédito e carteiras digitais processam em segundos. As transferências tradicionais por BSB e número de conta normalmente levam de um a dois dias úteis para compensar, e o débito automático BECS pode levar vários dias. Se velocidade e comprovação rápida do pagamento são o que mais importa, PayID ou PayTo são as opções mais fortes.

### Qual a forma mais barata de receber mensalidades na Austrália?

Os métodos baseados em conta bancária costumam ser os mais baratos. Uma transferência padrão por BSB não acrescenta taxa extra depois de compensada, e o débito automático BECS ou PayTo mantém a cobrança recorrente com baixo custo, enquanto os cartões de crédito carregam taxas altas de estabelecimento em cada pagamento. O dinheiro em espécie não tem taxas, mas é impraticável em escala. Uma plataforma como a Qualy oferece esses métodos turn-key, então você evita pagar para configurar e manter cada trilho separadamente.

### Cartões de crédito são uma boa forma de pagar mensalidade na Austrália?

São práticos, mas caros. Cartões de crédito são aceitos em quase todo lugar, processam em segundos e rendem pontos, o que agrada alunos e pais. Os trade-offs são reais: as taxas de estabelecimento são altas e às vezes repassadas, os dados do cartão podem ser comprometidos e as contestações viram dor de cabeça, e colocar mensalidades altas no crédito incentiva o endividamento do aluno. Para valores recorrentes altos, os métodos de trilho bancário costumam ser mais baratos.

### Posso usar Apple Pay ou Google Pay para pagar mensalidade?

Sim, onde a instituição aceitar. Carteiras digitais como Apple Pay e Google Pay processam em segundos com um toque, e a tokenização impede que os dados do cartão sejam compartilhados, o que melhora a segurança. As limitações são práticas: dependem de um aparelho com bateria, alguns estabelecimentos impõem limites para transações por aproximação e o usuário precisa configurá-las antes. Como rodam sobre trilhos de cartão, as taxas no estilo cartão continuam valendo.

### Dinheiro em espécie ainda é usado para pagar mensalidade na Austrália?

Raramente, e mais por hábito. O dinheiro liquida na hora e não tem taxas de estabelecimento, que são suas únicas vantagens reais. Contra isso pesam desvantagens sérias para uma instituição: lidar com grandes quantias é um risco de segurança, contar, registrar e guardar manualmente gera trabalho administrativo, e num mundo digital o dinheiro é cada vez mais impraticável para mensalidades. A maioria das escolas e agentes direciona os pagadores para métodos eletrônicos.

### O que é pagamento líquido de agentes em educação?

Pagamento líquido é quando um agente de intercâmbio desconta a comissão de imediato e repassa o saldo restante para a escola. Ele simplifica a contabilidade em uma única transação e serve bem ao setor de educação, mas exige um detalhamento claro do agente e um rastreamento robusto, ou você corre o risco de registros que não batem e disputas sobre os valores exatos devidos.

### Como conciliar pagamentos de alunos internacionais na Austrália?

A chave é fazer cada pagamento se autoidentificar. Métodos como PayID, PayTo e números de conta exclusivos anexam uma referência clara para que os valores se associem ao aluno certo automaticamente, em vez de a equipe ficar cruzando nomes e valores na mão. A Qualy vai além: os descritores bancários mostram o número ou o nome do aluno, e as integrações com Xero ou QuickBooks atualizam seus livros automaticamente, então a conciliação deixa de ser um trabalho manual.

### Uma instituição deve oferecer todos os métodos de pagamento ou só alguns?

Oferecer muitos métodos atende a mais públicos, mas complica a conciliação, fragmenta seus dados e eleva os custos de manutenção. Uma abordagem comum é começar pelas opções mais usadas, como transferências por BSB, cartões de crédito e PayID, e depois expandir conforme o retorno dos usuários. O objetivo não é oferecer tudo, e sim oferecer o que funciona melhor para a sua comunidade.

### Quais métodos de pagamento um brasileiro consegue usar para pagar uma escola na Austrália?

Enquanto ainda está no Brasil, as opções práticas são poucas: transferência internacional (wire) e cartão de crédito internacional. PayID, PayTo e BECS dependem de uma conta bancária australiana com BSB, que o aluno normalmente só tem depois de já estar morando lá. Por isso muitos agentes preferem uma rota que permita pagar em reais por aqui — via Pix, boleto ou parcelado no cartão — e deixar a escola receber em dólares australianos, em vez de depender de uma transferência internacional cara.

### Quanto custa o IOF ao pagar uma mensalidade na Austrália?

Sempre que um brasileiro paga uma mensalidade em moeda estrangeira, por transferência internacional ou no cartão, incide o IOF, que em meados de 2025 está em 3,5% sobre operações de câmbio e gastos internacionais no cartão para pessoa física. E ele não vem sozinho: soma-se ao spread cambial cobrado pelo banco ou pela corretora. É um custo escondido que pode encarecer bastante uma mensalidade em AUD além da conversão simples. Pagar em reais por uma plataforma local, deixando a escola receber em AUD, ajuda a tornar esse custo transparente desde o início.

### É mais barato pagar a escola australiana em reais ou fazer uma transferência internacional?

Para o pagador no Brasil, costuma ser mais vantajoso pagar em reais. Uma transferência internacional soma IOF de 3,5%, spread cambial e, com frequência, tarifas fixas e taxas de bancos intermediários que aparecem no meio do caminho. Pagando em reais via Pix, boleto ou parcelado no cartão por uma plataforma como a Qualy, o aluno enxerga em reais exatamente quanto vai custar, sem a surpresa do IOF na fatura, enquanto a escola australiana recebe no seu próprio fluxo, na moeda dela.

### Como a Qualy lida com parcelas que cruzam a data de embarque para a Austrália?

Você agenda as parcelas ao redor de marcos reais, como a data de embarque. As que vencem antes acontecem com o aluno ainda no Brasil, normalmente em reais e pelos meios locais; as que vencem depois já o encontram na Austrália, em outro fuso e muitas vezes pensando em dólares australianos. Cada vencimento é lembrado no seu próprio horário, e pessoas diferentes podem cobrir parcelas diferentes, como o pai pagando a entrada e o aluno assumindo o restante. E, como cada cliente tem um idioma preferido, os lembretes chegam no idioma certo automaticamente, o que importa ainda mais quando o aluno já está fora.

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